O que é uma exchange centralizada de criptomoedas? Como ela funciona? O que é preciso saber antes de escolher uma plataforma? Seja por curiosidade ou por estar entrando agora no mundo de negociações de criptomoedas, essas perguntas já devem ter passado pela sua mente. Aqui estão as respostas para elas.

Em poucas palavras, uma exchange (ou corretora) é uma plataforma online de compra e venda de criptomoedas. Existem dois tipos: as centralizadas e as descentralizadas. Neste artigo, vamos focar no primeiro — aqui, a centralização diz respeito ao controle que essas plataformas têm sobre os fundos nelas depositados, em troca de mais segurança e transparência para o usuário. Assim, as corretoras centralizadas são intermediárias nas transações, garantindo que exista uma parte de confiança na negociação, responsável por assegurar que as condições definidas por ambos os lados sejam cumpridas.

As negociações podem ser feitas de duas formas: entre fiat (moeda nacional) e criptomoeda ou apenas entre criptomoedas. Essas combinações são chamadas de pares. Apesar de esse tipo de plataforma lembrar as tradicionais casas de câmbio, é importante saber que elas não funcionam da mesma forma. Isso porque não é a corretora que define o valor de negociação das criptomoedas, permitindo que seja você quem decide o valor que está disposto a pagar ou quanto quer receber na transação, o qual pode ser acima, abaixo ou exatamente igual ao câmbio do mercado no momento. Funciona assim:

Você faz uma ordem de venda ou compra, definindo o valor que será negociado e qual será seu par. Digamos, por exemplo, que você quer comprar 1 BTC por R$30.000.
Essa ordem é registrada e vai para o livro de ordens. De um lado ficam as de compra, do outro, as de venda.
Neste livro, existirão outras ordens de diferentes valores, como 1 BTC por R$31.000 ou por R$29.000. Você vai pagar, no entanto, exatamente o que definiu.
Quando a corretora encontrar uma ordem de venda de 1 BTC por R$30.000, sua ordem de compra será executada.
O saldo em fiat que você tiver em sua conta na corretora será transferido para ela e repassado para o vendedor. Por sua vez, o saldo em BTC dele vai para a corretora, que o mandará para sua conta.
Depois, você pode optar por transferir o saldo para sua carteira, sacá-lo ou mantê-lo na corretora.

É isso que significa centralização: a corretora garantiu que ambas as partes recebam da maneira correta, agindo como uma intermediária. Ou seja, ela não vendeu diretamente o BTC para você, nem comprou ele de alguém para depois revender. No entanto, para que ela faça esse trabalho de mediação, há uma taxa de transação, que é como uma comissão dela, paga por amba as partes da transação.

Essa transação poderia ser feita diretamente entre vendedor e comprador na blockchain, mas além de ser uma operação mais complexa para o usuário, existe um risco de ele perder sua chave de segurança e, junto com ela, todos os seus fundos. Ao negociar em uma corretora, caso o usuário perca essa chave, basta apresentar um documento de identificação para que a corretora a recupere.

Esse é o básico do funcionamento de uma corretora centralizada, e todas elas operam da mesma forma. O que muda de uma para outra são os seguintes fatores, que devem pautar sua escolha da plataforma onde você negociará suas moedas virtuais:

Volume de transações

Este é um indicador de quanto capital está sendo movimentado na plataforma. Ele é importante pois quanto mais volume, menor é a volatilidade e o risco de manipulação de valores, e mais rápida será a execução da sua ordem.

Taxas

Essas taxas são referentes aos serviços prestados pela corretora. Quanto maiores elas forem, menor a margem de lucro do negociante. A cobrança de valores elevados é um dos motivos pelos quais o volume de transações no Brasil é tão inferior ao de outros países, uma vez que os usuários não conseguem aproveitar as variações de mercado para obter uma margem na transação, e para isso muitas vezes recorrem a corretoras estrangeiras.

Segurança

Para confiar seus ativos na mão de um intermediário, naturalmente ele deve estar protegido contra as ameaças de hackers. Sistemas de criptografia, certificados e outros métodos devem ser combinados para impedir os ataques maliciosos.

A CoinX, por exemplo, é uma corretora centralizada brasileira cujo diferencial são as taxas de serviço mínimas, de 0.1% a 0.2%. Apesar de ser nova no mercado, ela já conquistou uma grande base de usuários, levando a um volume de transações significativo. Seu sistema de segurança conta com proteção contra ataque DDoS, armazenamento frio (Cold Storage System) e certificação High SSL. Sua interface simplificada é ideal para pessoas que, como você, estão começando agora no mundo das criptomoedas. Visite o website para saber mais: https://coinx.com.br.


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