As criptomoedas debutaram em rede nacional na noite de domingo (26), na Globo, em um dos programas mais tradicionais da televisão brasileira — o Fantástico. Em um cenário digital, os apresentadores Tadeu Schmidt e Poliana Abritta introduziram o assunto para uma reportagem bastante positiva de 12 minutos.

“Hoje é cada vez mais comum a opção de comprar com criptomoedas. Será que é esse o futuro do dinheiro?”, questiona Schmidt.

A matéria abre com um exótico cenário rural. “Olho na vaca, outro no celular”, diz a voz em off da repórter, enquanto as imagens mostram um homem tirando leite de uma vaca. Em seguida, o homem fala a palavra mágica para muita gente: “O Bitcoin precisa de atenção”.

A partir de então, o cenário muda para agilidade da cidade. “Dá pra ficar rico comprando Bitcoin?”, pergunta a jornalista. E quem responde à dúvida é o Rodrigo Costa, sócio da corretora Mercado Bitcoin. “Muita gente ficou e muita gente perdeu”, diz o empresário.

Globo fez uma introdução ao Bitcoin

O ponto central da reportagem foi fazer uma grande introdução que abarcasse os aspectos centrais do tema. Tudo bem, eles usam o termo ‘moeda virtual’ diversas vezes, mas no geral o assunto é retratado de maneira correta para uma audiência de milhões de pessoas.

“O Bitcoin é dinheiro, como o real ou o dólar. A principal diferença é que não tem um banco central ou um governo ligado ao bitcoin”, prossegue a matéria cheia de infográficos.

A reportagem alerta para a grande volatilidade da moeda e tenta explicar o que é blockchain, que chama de grande teia de computadores espalhados pelo mundo que registram todas transações como um livro-caixa. Conversa com especialistas no Estados Unidos e no Brasil e traz casos de jovens que aderiram às criptomoedas porque perderam a confiança no sistema financeiro tradicional.

Um dos casos é de um brasileiro chamado Gustavo Montandon, que classifica o Bitcoin como ouro digital. Desta fala, a reportagem aproveita para falar e explicar sobre o processo de mineração. Mais do que isso: a repórter mostra uma mineradora com 700 computadores nos EUA.

Embora existam os tradicionais alertas contra os esquemas e os sites pouco confiáveis, além dos avisos de cautela do Banco Central, não há uma voz crítica à tecnologia. Pelo contrário: ao final, uma das repórteres faz uma compra com Bitcoin no interior do Rio Grande do Sul.


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